A revolução do mercado de serviços

19 de setembro de 2019

O ciclo é bem conhecido: as empresas fazem a mesma coisa por muito tempo até que uma nova proposta chega ao mercado e se destaca, fazendo com que as concorrentes se apressem para tentar inovar ou, pelo menos, aprimorar seus produtos para continuar sendo relevantes em suas áreas. O mercado de serviços não é diferente, tudo anda bem até que uma novidade aparece.

A responsável por isso é a concorrência, que mexe com nos números daqueles empreendimentos que conquistaram estabilidade de clientes, fornecedores, fluxo de caixa, vendas, etc. É quando um sinal de alerta acende e tudo precisa ser revisto.

Mas o que isso quer dizer?

As demandas do mercado fazem surgir tecnologias e essas, por sua vez, promove inovação e também uma verdadeira revolução nos serviços. Fazer mais do mesmo não funciona. O conceito de Service 4.0 mostra que estamos passando por uma transformação no setor e é necessário que as empresas prestadoras tenham em mente que avançar, tanto para B2B quanto para B2C, é fundamental para a sobrevivência dos negócios.

Todos os setores vivem uma corrente de mudanças e inovações que são mais do que colocar novas tecnologias em uso para melhorar os processos. Estamos falando de entregar aquilo que o cliente nem sabe que precisava. Criar a demanda está nas mãos das empresas. Grandes exemplos são Spotify, Netflix e iFood, que eliminou a necessidade de fazer download de músicas ou comprar CDs, de locar filmes ou comprar o box daquela série favorita, e acabou com a ansiedade de saber se o pedido do restaurante estava a caminho, respectivamente. Pense bem, você precisava de tudo isso? Talvez não. Mas gostou e aderiu aos novos serviços? Certamente sim.

Claro que isso abriu caminho para novas concorrências. O Spotify foi pioneiro no streaming musical, logo depois veio Deezer, YouTube Music e Tidal; Netflix vem ganhando concorrentes como HBO Go, Disney Plus e DC Universe. Já o iFood, apesar ter mais abrangência, disputa clientes com Uber Eats e Rappi.

Percebe-se que a procura existe. A própria inovação gera a necessidade de atualização constante. Além disso, as grandes empresas percebem que o futuro do comércio está nos serviços. A Microsoft, por exemplo, que transformou o pacote Office em um plano de pagamentos mensais ou anuais em vez de cobrar pelo programa uma única vez. Ou seja, a ideia é inovar e facilitar, também, o trabalho da corporação que vende.

Mas por que fazer?

Por fim, mas não menos importante, há um motivo para estar de olho nas mudanças no mercado de serviços e ela é bem simples: as inovações parecem fazer com que ele caminhe para redefinir o comércio. Com a possibilidade da Volkswagem comprar a Uber por conta da previsão de inviabilidade para manter um carro em alguns anos, vemos que entregar serviços parece ser mais viável do que produzir.

A demanda principal é fidelizar o cliente de maneira mais fácil e ainda entregar praticidade para o consumidor.

A WebGlobal é um exemplo de empresa que se diferencia constantemente, revendo seus processos e atualizando a tecnologia de seu serviço. O objetivo é inovar sempre, estudando e aprimorando visando na satisfação total dos clientes.

Andrei Santos Autor

Andrei é Produtor de Conteúdo da área de Marketing da WebGlobal. Graduado em Jornalismo, tem experiência de quase uma década em redação de jornais impressos e produção de conteúdo nos mais diversos segmentos.

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