20 anos depois Mappin está de volta ao mercado de varejo, dessa vez, no e-commerce

10 de junho de 2019

 

 

Duas décadas depois de decretar falência, a Mappin está de volta ao mercado. A empresa que fechou as portas em agosto de 1999, quando foi decretada sua falência pela justiça paulista. O retorno das atividades da Mappin foi cogitado ainda no final de 2019, mas ao confirmação veio somente na última semana quando o sócio-diretor financeiro da Marabraz – pertencente ao Blue Group responsável pela presença digital da Marabraz – Abdul Fares, anunciou o retorno por meio de uma nota.

Em um primeiro momento, a loja de departamentos não voltará a ser física – que só deve reabrir em 2020. As vendas ficarão inteiramente concentradas no mercado online. Será um portfólio de cerca de 15 mil itens entre produtos de cama, mesa e banho, itens de decoração e móveis. Uma das novidades anunciadas por Fares está na linha exclusiva de produtos multiuso que levarão a marca Mappin copo cadeiras que viram estantes e gavetas que se transformam em bancos.

Mas as novidades anunciadas por Abdul Fares acerca do retorno da Mappin ao mercado, não param. Segundo o empresário, a loja ainda deve lançar um Marketplace no segundo semestre deste ano e prevê aumentar o catálogo de produtos para mais de 500 mil itens e concorrer com nomes fortes no mercado como Submarino e Americanas. O site já está no ar.

A Mappin

Inaugurada em 1913 no Brasil, a loja Mappin foi uma das pioneiras do comércio varejistas no país.Inicialmente uma rede luxuosa, a empresa optou por explorar o mercado mais popular e começou a operar no Centro de São Paulo. Na década de 90, a Mappin começou a ter diversas dificuldades financeiras e acabou vendida ao empresário Ricardo Mansur em 1996, tendo a falência decretada três anos depois.

Uma década depois a empresa foi adquirida pela Marabraz em um leilão realizado em 2009 por R$ 5 milhões – menos da metade do que a Mappin já chegou a valer.

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